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terça-feira, 29 de maio de 2012

terça-feira, 15 de maio de 2012

Escola de Bambu

Para quem se interessa em ser voluntário ou até para quem pode ajudar divulgando o projeto, qualquer ajuda é bem-vinda sempre!

Escola de Bambu é um projeto que visa a construção de uma escola na comunidade de Fendell, na Libéria, África. Neste local, cerca de 300 crianças são educadas em condições muito precárias. A proposta é, além de construir o prédio, promover o acesso ao saneamento básico e energia elétrica. Para isso, utilizarão técnicas de fácil aprendizado e baixo custo, cuja tecnologia será repassada à comunidade local e aos universitários liberianos. Hoje, atuam com um grupo multidisciplinar de 30 voluntários na capital paulista que trabalham para levantar os fundos necessários à construção.

No site do projeto vc encontra outras informações, você também pode contribuir com qualquer quantia ou ajudar que o documentário seja exibido pelo país. Não deixe de visitar: www.escoladebambu.com


sexta-feira, 30 de março de 2012

Quando eu morrer...

Calma gente, não é tão pesado assim, vou fugir um pouco do assunto que me proponho com o blog para fazer um desabafo:

pouco tempo depois de eu ter feito meu orkut, fiquei incomodada com o fato de que as pessoas começariam a morrer e continuariam "vivas" ali e começei a dizer para os mais próximos "Quando eu morrer, apaguem meu orkut", algumas vezes no ritmo da música Lapinha. Alguns anos depois, ainda viva, me deparo com a mesma questão no facebook. Será que as redes sociais vão se transformar também em cemitérios virtuais?

Na minha opinião, quando um contato morre, a primeira coisa que se deve fazer é apagá-lo... Mas o que vejo? No primeiro momento as homenagens, até aí tudo bem, mas alguns mandam recado pro morto, perguntando o porquê de ter ido embora ou pior, dizendo a ele tudo que não teve coragem de dizer enquanto estava vivo. E aí o que acontece? Logo comigo que acho isso tudo tão estranho. O Facebook insiste em me sugerir a amizade de uma pessoa que já morreu, dizendo que temos 83 amigos em comum... ai que vontade de dizer pra cada um destes amigos que o apaguem, que o deixem em paz.

E é por isso que volto a pedir, quando eu morrer... apaguem me deste mundo paralelo, se virem para conseguir isso por favor, não quero nada me prendendo aqui, prometo que não vou mais entrar nas redes sociais depois de morta e desta forma o facebook não poderá perguntar às pessoas se me conhecem! E por falar nisso, já deixo registrado, doem meus órgãos e cremem o que restar do meu corpo.

Obrigada

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

última semana da campanha de popularização, os ingressos para "É só uma Formalidade" estão acabando, compre o seu por cinco reais nos Postos do Sinparc, pela internet ou na bilheteria do teatro no dia da apresentação


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Meu cachorro Billy e os seres humanos sem raça

Vocês devem se lembrar que no fim do ano passado eu encontrei um cachorro machucado na rua, quase desmaiei, liguei, socorri, peguei pra cuidar e mais tarde a veterinária me disse que era um filhote de poodle.

Enfim, quando ele estava sarando, já havia tirado a bicheira, tomado vários remédios e o machucado do olho estava quase fechado, o organismo dele rejeitou algum tecido que tinha ficado lá dentro, que estava "danificado" (como podem notar não sei de termos técnicos e entendo muito pouco de biologia, rs), e começou a dar uma bola de pus que foi crescendo muito até começar a vazar um pouco.

De início achamos que era um galo, porque ele ainda é muito estabanado e toda hora bate a cabeça, pula e cai, escorrega (risos), nesta semana eu estava trabalhando num evento e ficava até 13 horas fora de casa, no dia que acabei o trabalho peguei o Billy queimando de febre, achei que ele nem fosse aguentar ir andando ao veterinário. Mas ele é tão forte (deve ser pq teve que sobreviver a muita coisa na rua) que na hora que viu a coleira deu um pulo e seguiu comigo, ele hoje está bem fortinho, pesa quase 8 quilos, assim não consigo carregá-lo por muito tempo.

Quando chegamos lá, ele teve que fazer outra cirurgia, dessa vez saiu cheio de pontos em um rasgo que atravessava a cabeça e mais um corte perto do olho e de novo tivemos que colocar o cone da vergonha (que toda hora ele vem me seguindo e batendo na minha canela), dar mais remédio e levá-lo todo dia para limpar e passar rifosina. Nessa nossa Via Sacra as pessoas que gostam de cachorro se sensibilizam, perguntam o que aconteceu, alguns já até perguntam "machucou de novo?" e lá vai eu contar toda a história...

Terça-feira ele tira os pontos, está se recuperando bem rápido e desta vez parece que vai ficar bem de vez. Conto isso tudo mais para dizer o que me impressionou no dia de hoje. Ao chegar na clínica uma mulher estava com um casal de cachorros e parecia já conhecer a história de Billy Boy, mas eu não me lembrava dela, enquanto o menino entrou para fazer a limpeza ela me contou que havia comprado um terceiro cachorro, mas que a enganaram, pq ele não era puro e que devido a isso, ela ia doá-lo e perguntou se eu não queria adotar... EU PRECISO DIZER O QUE ME PASSOU PELA CABEÇA?

Me deu vontade de falar, de chamá-la de racista, sei lá, de fazer baixaria, quando ela saiu eu tive pena, um pouco dela, mas muito mais de quem convive com ela, e isso inclui os cachorros, ela saiu com os dois de raça e deixou o outro em casa, este sem nem pensar em ter direito de ter o que os outros têm, muito triste minha senhora!!! Lhe desejo aprendizado nesta vida!

Ah, olha o Billy aí, se recuperando, brincando com sua bolinha e cheio de rifosina da cabeça:


e aqui ele alguns dias depois de ter chegado na minha vida, já tinha até ganhado uns quilinhos...