cultura, ecologia, textos e pequenas ações com intenção de tornar o mundo um lugar melhor de se viver...
domingo, 29 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
vou começar uma coisa que sempre quis
dar utilidade ao lixo orgânico produzido na minha casa
Como fazer uma composteira
1- Você pode usar um balde de plástico com tampa, desses que encontramos à venda em lojas de R$ 1,99. O tamanho depende da quantidade de resíduos gerados, mas também da disponibilidade de local que você terá para manter a composteira.
2- Faça vários furos na lateral e no fundo do balde (eu usei a furadeira mesmo), para garantir que o processo seja aeróbio e permita o trabalho dos microorganismos.
3- Você pode apoiar o balde sobre dois tijolos, de maneira que o chorume (líquido que escorre durante o processo) possa ser coletado num pratinho. O chorume tem cheiro forte, mas também tem sua função. Diluído em água, é um poderoso fertilizante para as plantas.
4- Pronto! Sua composteira já pode ser inaugurada.
Observação: O modelo acima é “para iniciantes”. Se você tiver interesse em saber mais detalhes ou tiver outras dicas sobre compostagem, envie um comentário sobre este post com o seu e-mail, para que a gente possa trocar mais informações, ok?
Como manter uma composteira
1- Separe muito bem os resíduos orgânicos dos recicláveis, para garantir a qualidade do seu adubo. Acredite: plásticos demoram meeeeeeesmo para se decompor.
2- Cubra cada camada de resíduos com materiais secos que impedem o mau cheiro. Você pode usar pó de café, serragem, terra, folhas ou cascas de ovos.
3- Mantenha a composteira sempre tampada para não atrair moscas.
4- Quando o balde estiver cheio, deixe o tempo fazer seu trabalho. É hora de aguardar o término da compostagem. Enquanto isso, você pode preparar um outro balde para servir de composteira nesse período.
5- Você saberá que seu adubo está pronto quando ele tiver aspecto de terra úmida, dessas que pisamos quando caminhamos por trilhas na mata. O cheiro deve ser agradável, de mato mesmo. E importante: a terra deve estar fria, indicando que os decompositores já encerraram o trabalho.
Durante o processo, você perceberá que a composteira fica quentinha até por fora. Por dentro, a temperatura é alta e, vale dizer, não coloque a mão lá dentro, menino(a)! É quente de verdade!
6- Fim desse ciclo, que pode durar três ou quatro meses, é só distribuir o composto nos vasos e/ou jardim e, claro, dar início a uma nova composteira...
retirado de http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos/20070904_lst_assuntos.shtml
Como fazer uma composteira
1- Você pode usar um balde de plástico com tampa, desses que encontramos à venda em lojas de R$ 1,99. O tamanho depende da quantidade de resíduos gerados, mas também da disponibilidade de local que você terá para manter a composteira.
2- Faça vários furos na lateral e no fundo do balde (eu usei a furadeira mesmo), para garantir que o processo seja aeróbio e permita o trabalho dos microorganismos.
3- Você pode apoiar o balde sobre dois tijolos, de maneira que o chorume (líquido que escorre durante o processo) possa ser coletado num pratinho. O chorume tem cheiro forte, mas também tem sua função. Diluído em água, é um poderoso fertilizante para as plantas.
4- Pronto! Sua composteira já pode ser inaugurada.
Observação: O modelo acima é “para iniciantes”. Se você tiver interesse em saber mais detalhes ou tiver outras dicas sobre compostagem, envie um comentário sobre este post com o seu e-mail, para que a gente possa trocar mais informações, ok?
Como manter uma composteira
1- Separe muito bem os resíduos orgânicos dos recicláveis, para garantir a qualidade do seu adubo. Acredite: plásticos demoram meeeeeeesmo para se decompor.
2- Cubra cada camada de resíduos com materiais secos que impedem o mau cheiro. Você pode usar pó de café, serragem, terra, folhas ou cascas de ovos.
3- Mantenha a composteira sempre tampada para não atrair moscas.
4- Quando o balde estiver cheio, deixe o tempo fazer seu trabalho. É hora de aguardar o término da compostagem. Enquanto isso, você pode preparar um outro balde para servir de composteira nesse período.
5- Você saberá que seu adubo está pronto quando ele tiver aspecto de terra úmida, dessas que pisamos quando caminhamos por trilhas na mata. O cheiro deve ser agradável, de mato mesmo. E importante: a terra deve estar fria, indicando que os decompositores já encerraram o trabalho.
Durante o processo, você perceberá que a composteira fica quentinha até por fora. Por dentro, a temperatura é alta e, vale dizer, não coloque a mão lá dentro, menino(a)! É quente de verdade!
6- Fim desse ciclo, que pode durar três ou quatro meses, é só distribuir o composto nos vasos e/ou jardim e, claro, dar início a uma nova composteira...
retirado de http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos/20070904_lst_assuntos.shtml
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Estamos com fome de amor – (Arnaldo Jabor)
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos “personal dance”, incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvída?
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão “apenas” dormir abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.
Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a “sentir”, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como:
“Quero um amor pra vida toda!”, “Eu sou pra casar!” até a desesperançada “Nasci pra ser sozinho!” Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.
Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí?
Seja ridículo, não seja frustrado, “pague mico”, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: “vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu
não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida”.
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos “personal dance”, incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvída?
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão “apenas” dormir abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.
Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a “sentir”, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como:
“Quero um amor pra vida toda!”, “Eu sou pra casar!” até a desesperançada “Nasci pra ser sozinho!” Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.
Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí?
Seja ridículo, não seja frustrado, “pague mico”, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: “vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu
não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida”.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
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